O Mosteiro do Salvador nasceu quando a Congregação Beneditina do Brasil festejava os 150 anos de existência. O Cardeal Primaz do Brasil, D. Avelar Vilela pediu a Me. Abadessa Luzia Ribeiro de Oliveira OSB, do Mosteiro de Belo Horizonte, uma fundação em Salvador. Após dois meses o Capítulo das monjas reuniu-se no dia 26 de maio de 1977 e decidiu assumir a fundação. Foram escolhidas para a fundação na Bahia: Madre Joana Calmon Villas-Bôas, Prioresa; Ir. Pia, Ir. Marta Beatrice, Ir. Vera Lúcia e Ir. Ivone, esta última monja da Congregação da Rainha dos Apóstolos, para ajudar a fundação. O grupo escolheu para o seu mosteiro o nome de Mosteiro do Salvador, cuja festa patronal é celebrada no dia 6 de agosto, “Transfiguração do Senhor”.
sexta-feira, 1 de dezembro de 2023
Crônica da Fundação do Mosteiro do Salvador
O Mosteiro do Salvador nasceu quando a Congregação Beneditina do Brasil festejava os 150 anos de existência. O Cardeal Primaz do Brasil, D. Avelar Vilela pediu a Me. Abadessa Luzia Ribeiro de Oliveira OSB, do Mosteiro de Belo Horizonte, uma fundação em Salvador. Após dois meses o Capítulo das monjas reuniu-se no dia 26 de maio de 1977 e decidiu assumir a fundação. Foram escolhidas para a fundação na Bahia: Madre Joana Calmon Villas-Bôas, Prioresa; Ir. Pia, Ir. Marta Beatrice, Ir. Vera Lúcia e Ir. Ivone, esta última monja da Congregação da Rainha dos Apóstolos, para ajudar a fundação. O grupo escolheu para o seu mosteiro o nome de Mosteiro do Salvador, cuja festa patronal é celebrada no dia 6 de agosto, “Transfiguração do Senhor”.
segunda-feira, 14 de agosto de 2023
Domingo da Vida Consagrada - 20 de agosto
O terceiro domingo do Mês das Vocações, 20 de agosto, é dedicado à vida religiosa consagrada. Nesta data, a oração pelos irmãos e irmãs de vida ativa e contemplativa e também os leigos e virgens consagrados.
Professor José Jerônimo na festa de Santa Clara no Convento do Desterro
Embora emocionado, ele não perdeu as características de um bom mestre e direcionou sua reflexão ao público estudantil, quando pontuou aos presentes sobre a importância de cada um viver sua fase, criança viver o tempo da infância, adolescente viver a adolescência e adulto ser adulto. (Blog da Feira)
Missa festiva marca encerramento dos festejos em louvor à Santa Clara
O encerramento dos festejos em louvor à Santa Clara, padroeira da televisão e também do primeiro monastério feminino da América Latina, foi marcado por uma missa festiva, quermesse, música ao vivo, encontros e reencontros. Ex-alunas do Orfanato da Imaculada Conceição, que funcionava na casa religiosa também estiveram presentes no momento celebrativo.
segunda-feira, 3 de julho de 2023
Construir família ou seguir a vida religiosa?
Ambas são vocações cristãs e exigem dedicação, mas como saber qual delas seguir? Entender a missão de cada uma vai te ajudar a chegar a essa resposta.
Vida religiosa
Ser religioso significa entregar a vida plenamente a Deus e aos irmãos. É encontrar no Pai a segurança, a alegria, a realização total. É estar disposto a seguir os preceitos de Cristo para ser um exemplo vivo do Evangelho, de forma intensa e generosa. Viver o projeto do Reino de Deus deixado por Jesus. Ser religioso é fazer votos de pobreza, obediência e castidade.
Para discernir esse chamado divino, busque orientação espiritual, um sacerdote ou uma religiosa para ajudá-lo. Faça algumas perguntas a si mesmo sobre a vocação ao sacerdócio ou à vida religiosa:
1 - Tem vontade de entregar a vida para o Senhor, ser como Jesus, totalmente disponível para ajudar na construção do Reino de Deus? Seguir a vida religiosa é viver em união com Jesus e com a Igreja.
2 - Gosta de rezar, meditar a Palavra de Deus e participar da liturgia? Sem isso a vocação à vida religiosa não se sustenta.
3 - Você ama a Igreja? Seguir a vida religiosa exige fidelidade à Igreja. Acolher as orientações do Papa e dos bispos. Ter devoção a Nossa Senhora e aos santos. Buscar os sacramentos como caminho de santidade. Procurar diariamente meditar a Sagrada Escritura.
4 - Deseja estudar teologia, filosofia e tudo o mais que o Magistério Sagrado da Igreja recomenda e ensina? Ser religioso implica fazer meditações, retiros espirituais e a busca permanente pela santidade.
4 - Está disposto a viver uma vida de penitência, na simplicidade, e na obediência irrestrita aos superiores? Acatar as decisões do bispo ou da autoridade maior é dever de todo religioso (a) ou sacerdote.
5 - Daria a vida pela Igreja, pelo povo de Deus e por Jesus Cristo? Ao optar pela vida sacerdotal ou religiosa você precisa se entregar de corpo e alma a ela; não pode ser mais ou menos sacerdote ou religioso (a).
#Vida familiar
Você cresceu dentro de uma família, com pai, mãe e irmãos. Conhece de certa forma o dia a dia e as responsabilidades de viver em família. Já se imaginou na condição de mãe? Essa é uma vocação muito bonita, exige compromisso, amor, ser uma boa cristã e educar os filhos na fé.
Alguns questionamentos o ajudarão a entender se construir família é sua vocação:
1 - Percebe em si a vontade de amar e cuidar do esposo e dos filhos que virão?
2 - Você tem interesse por tarefas relacionadas à vida de casada e se sente bem ao fazê-las?
3 - Gosta de encontros de família, de estar, brincar e ensinar as crianças com as quais tem contato?
4 - Você se imagina projetando uma casa/lar para si e para sua família?
5 - Quando aprende algo ou alcança uma realização, você se imagina oferecendo o fruto disso ou o seu melhor para alguém em especial?
6 - Consegue se imaginar rezando em família? Acompanhando seus filhos na catequese e na missa?
Vida religiosa
Para discernir esse chamado divino, busque orientação espiritual, um sacerdote ou uma religiosa para ajudá-lo. Faça algumas perguntas a si mesmo sobre a vocação ao sacerdócio ou à vida religiosa:
1 - Tem vontade de entregar a vida para o Senhor, ser como Jesus, totalmente disponível para ajudar na construção do Reino de Deus? Seguir a vida religiosa é viver em união com Jesus e com a Igreja.
2 - Gosta de rezar, meditar a Palavra de Deus e participar da liturgia? Sem isso a vocação à vida religiosa não se sustenta.
3 - Você ama a Igreja? Seguir a vida religiosa exige fidelidade à Igreja. Acolher as orientações do Papa e dos bispos. Ter devoção a Nossa Senhora e aos santos. Buscar os sacramentos como caminho de santidade. Procurar diariamente meditar a Sagrada Escritura.
4 - Deseja estudar teologia, filosofia e tudo o mais que o Magistério Sagrado da Igreja recomenda e ensina? Ser religioso implica fazer meditações, retiros espirituais e a busca permanente pela santidade.
4 - Está disposto a viver uma vida de penitência, na simplicidade, e na obediência irrestrita aos superiores? Acatar as decisões do bispo ou da autoridade maior é dever de todo religioso (a) ou sacerdote.
5 - Daria a vida pela Igreja, pelo povo de Deus e por Jesus Cristo? Ao optar pela vida sacerdotal ou religiosa você precisa se entregar de corpo e alma a ela; não pode ser mais ou menos sacerdote ou religioso (a).
#Vida familiar
Você cresceu dentro de uma família, com pai, mãe e irmãos. Conhece de certa forma o dia a dia e as responsabilidades de viver em família. Já se imaginou na condição de mãe? Essa é uma vocação muito bonita, exige compromisso, amor, ser uma boa cristã e educar os filhos na fé.
Alguns questionamentos o ajudarão a entender se construir família é sua vocação:
1 - Percebe em si a vontade de amar e cuidar do esposo e dos filhos que virão?
2 - Você tem interesse por tarefas relacionadas à vida de casada e se sente bem ao fazê-las?
3 - Gosta de encontros de família, de estar, brincar e ensinar as crianças com as quais tem contato?
4 - Você se imagina projetando uma casa/lar para si e para sua família?
5 - Quando aprende algo ou alcança uma realização, você se imagina oferecendo o fruto disso ou o seu melhor para alguém em especial?
6 - Consegue se imaginar rezando em família? Acompanhando seus filhos na catequese e na missa?
domingo, 4 de junho de 2023
Vida Consagrada: a beleza da pertença a Deus em suas diversas expressões
Celebrado desde 1997 e instituído pelo Papa São João Paulo II, o dia da vida consagrada ‘’pretende ajudar a Igreja inteira a valorizar sempre mais o testemunho das pessoas que escolheram seguir a Cristo mais de perto, mediante a prática dos conselhos evangélicos e, ao mesmo tempo, quer ser para as pessoas consagradas uma ocasião propícia para renovar os propósitos e reavivar os sentimentos, que devem inspirar a sua doação ao Senhor.
Como ressaltou o Concílio (cf. Lumen gentium, 44), a vida consagrada «imita mais de perto, e perpetuamente representa na Igreja a forma de vida que Jesus, supremo consagrado e missionário do Pai para o seu Reino, abraçou e propôs aos discípulos que O seguiam» (n. 22).” (Mensagem para a celebração do I Dia da Vida Consagrada)
Em suas múltiplas expressões, a vida consagrada revela a íntima vocação da Igreja, de pertencer somente ao seu Senhor. A diversidade de carismas e formas de vida consagrada revelam a beleza do pertencimento a Deus, cada uma com sua identidade.
O consagrado é alguém que dá testemunho de que o mundo pode ser diferente, como uma antecipação do eterno.
quinta-feira, 25 de maio de 2023
Qual é a diferença entre Mosteiro e Convento?
Mosteiros: agrupam monges e monjas, pertencem às ordens monásticas. São pois o edifício e anexos onde habitam os referidos monges ou monjas. Conventos: neles vivem frades, das ordens mendicantes (Franciscanos, Dominicanos, Agostinhos e Carmelitas). São assim o edifício e anexos onde estes habitam.
segunda-feira, 8 de maio de 2023
5 fatos sobre a vida franciscana que você nunca imaginou!
Antes de começar, precisamos explicar para você que um dos principais pilares que sustentam a vocação franciscana é a fraternidade. Em outras palavras: um título que nos transforma em irmãos de tudo e todos. É por isso que dizemos que nenhum frade vive sozinho ou em solidão.
Além disso, na nossa fraternidade não existem chefes, senhores, abades ou priores, porque todos têm o mesmo caráter: o de serem simplesmente irmãos menores em missão. Assim, podemos dizer que o nosso estilo de vida não é formado por uma organização “vertical”, mas, sim, muito mais “horizontal” e coletiva. Certo?
Então, agora, vamos conhecer um pouco mais sobre a vida franciscana?
História Vocacional: Ela conta que se rendeu aos encantos da vida religiosa
"Eu paguei a língua", disparou a Irmã Maria José de Sá, quando em uma conversa descontraída de um domingo a noite, ela relembrava sobre seu processo vocacional para ingresso na Congregação das Irmãs Franciscanas do Sagrado Coração de Jesus. De acordo com o Dicionário da Língua Portuguesa, a expressão "pagar a língua" é usada quando alguém faz algo que dizia ser contra.
A sorridente freira sergipana conta que no seu processo inicial de descoberta da vocação, a primeira reação foi rejeitar o estilo de vida e também o modo de vestir das religiosas. "Olhava aquela roupa toda e negava que seria minha opção de vida, meu primeiro contato foi o de não aceitar e dizer que jamais queria aquilo pra mim", relembra, acrescentando, "poucos meses depois já estava pensativa e me questionando a razão de não querer ir e, realmente estava disposta a abraçar essa vida", declara, salientando que se entregou aos encantos da vida consagrada.
A franciscana já soma mais de três décadas de Convento, desse período ela já trabalhou mais de quinze anos com crianças de orfanato e atualmente os seus dons ela utiliza cuidando de freiras idosas e acamadas.
Dona de uma vivacidade típica do povo nordestino, a freira vive longe da terra natal, mas um vez por ano vai de férias ao encontro dos familiares. "É uma tia querida, quando chega em casa os sobrinhos vão logo ficar por perto ", contou Aloísio, irmão mais velho da religiosa.
Atenciosa com quem precisa de cuidados. Eis a definição de Geilza de Sá, irmã caçula da franciscana e que nos afirmou não Imaginar Maria José em outro estilo de vida.
O irmão mais velho nos revelou que os dois sempre foram bem próximos, sobretudo na juventude, quando ela tinha desejo de sair e os pais não permitiam. "Ela tinha vontade de ir em algum lugar, alguma festa e mãe não deixava, mas eu sempre me oferecia e ela ia junto comigo".
Sobre a aceitação pela escolha da vida religiosa consagrada, o primogênito da família De Sá disse que o pai sempre foi tranquilo para acolher, mas a mãe acabou relutando para a filha não ir embora de casa, porém com o passar do tempo isso foi mudando, pois a felicidade era algo encontrado pela jovem sergipana.
quinta-feira, 13 de abril de 2023
“Cria” de Santa Dulce, Irmã Ressureição espera pela canonização da Beata Lindalva
Com 92 anos, dona de uma admirável lucidez, uma biografia carregada de experiência e conhecimentos com grandes nomes da vida religiosa da Bahia e do Brasil, como foi o caso do seu despertar para a vida consagrada que aconteceu ao experimentar trabalhar com a Santa Dulce dos Pobres, a Irmã Maria da Ressureição, religiosa na Congregação Franciscanas do Sagrado Coração de Jesus, não esconde a ansiedade e o desejo de ainda acompanhar a canonização de outra santa brasileira. A expectativa da dinâmica e enérgica freira é ver a Beata Lindalva Justo, consagrada na Congregação das Irmãs Filhas da Caridade de São Vicente de Paulo ser proclamada santa pela Igreja Católica.
terça-feira, 11 de abril de 2023
Irmãs Servas da Sagrada Família e o aumento das vocações adultas
Entende-se por vocação adulta a pessoa que já tem personalidade formada, tem independência financeira, liberdade interior e que conseguiu determinado grau de sabedoria a partir de experiências de vida. Mulheres neste patamar não tinham mais a possibilidade de iniciar um processo de acompanhamento vocacional para ingresso na vida religiosa.
sábado, 18 de março de 2023
Viver em Fraternidade
Francisco não se chamava de Dom, nem de Senhor Francisco, mas de Frei Francisco. Frei/frade são palavras derivadas do latim frater, que significa irmão. O frade é aquele que busca viver em comunidade, formando uma família, na qual há um só Pai – Aquele que está nos céus – e todos são irmãos de todos. Francisco viveu uma intensa relação de fraternidade com Cristo, o que fez dele um dom para os seus irmãos. E ele recomenda aos frades: "E sejam irmãos entre si". Na vida fraterna franciscana não pode haver irmãos de primeira ou de segunda categoria, todos são iguais em dignidade e direitos, respeitando-se o dom próprio que cada irmão recebe para ser posto a serviço da comunidade. A fraternidade franciscana envolve não só a comunidade de frades ou a família franciscana, mas alcança toda a humanidade e ainda a criação inteira, daí Francisco chamar de irmão o lobo, a água, o vento e até a morte corporal.
Crônica da Fundação do Mosteiro do Salvador
O Mosteiro do Salvador nasceu quando a Congregação Beneditina do Brasil festejava os 150 anos de existência. O Cardeal Primaz do Brasil, D....

